sexta-feira, 3 de agosto de 2007

ANTONIONI E BERGMAN

Nesta semana perdemos dois grandes cineastas mundiais: o italiano Michelangelo Antonioni e o sueco Ingmar Bergman.
Entre os dois prevalecia um cinema humano, aonde o que se destacava era o sujeito humano, o sujeito dividido. Seus personagens eram frageis, ambiguos, amplos em suas alegrias, frustracoes e angustias.
O amor, quando mostrado, nao era esse a que estamos acostumados, o amor romantico que tanto foi incensado pelo cinema americano (e tantos outros). Essa ideia de amor romantico, idealizado, nao e nova, nao surgiu com o cinema, mas certamente foi fortalecida por ele(tambem). Nos filmes de Antonioni e Bergman, na vida nao existem certezas, apenas a certeza da imperfeicao, dos possiveis e impossiveis do amor.
Outros temas foram trabalhados por eles como a morte, as relacoes familiares, historia, reconhecimento, identificacoes. Alguns de seus filmes imperdiveis: Sonata de Outono, Gritos e Sussurros, Da Vida das Marionetes, O Setimo Selo, de Ingmar Bergman e,
BlowUp, A Noite, de Antonioni.

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